sexta-feira, 28 de março de 2025

Construindo relacionamentos saudáveis

 



Construindo Relacionamentos Saudáveis  

Como identificar os mitos dos relacionamentos e potencializar a felicidade


Livro de 2024 que agora chega aos leitores pela Agathos Editora.

O livro Construindo Relacionamentos Saudáveis foi pensado para que os leitores possam fazer reflexões e acessar conhecimento a respeito de habilidades para desenvolver e nutrir relacionamentos seguros, bem como ter consciência do que não é saudável quando falamos de saúde mental e emocional em Relacionamentos afetivos.

O psicólogo René Schubert escreveu o artigo: Quer dançar? Reflexão sobre relacionamentos de casal em tempos de crise

Como inspiração utilizei como referência os autores Joan Garriga e Bert Hellinger





Para adquirir, basta entrar em contato pelo email: rene.schubert@gmail.com

quarta-feira, 5 de março de 2025

Distimia

 


Não são poucas as pessoas que se queixam de mau humor, poliqueixosas, desmotivadas, se lamentando da vida, vendo sempre o aspecto negativo das coisas e relatando sempre sentir “preguiça”, desânimo e cansaço persistentes. Algumas podem apresentar um tipo especifico de Depressão: a Distimia.


Distimia é um transtorno psiquiátrico que se caracteriza por um mau humor constante, tristeza e falta de interesse nas atividades diáriasÉ também conhecida como depressão de longa duração ou transtorno depressivo persistente ou distúrbio do mau humor. 


Este tipo de Depressão é muito prevalente, acometendo em torno de 4% a 7% da população mundial. 

Durante muito tempo, a Distimia foi interpretada como um traço de personalidade, uma característica idiossincrática da pessoa e não uma Depressão propriamente dita. O problema da Distimia, é que este transtorno não é muito levado à sério, sendo confundido com características de pessoas ranzinzas, mal-educadas, mal-humoradas ou mesmo preguiçosas, procrastinadoras, que “vivem no mundo da lua”, não tendo “vontade” de fazer nada. Obviamente que pessoas com algumas destas características não são necessariamente distimicas.

Obviamente que existem pessoas mal-humoradas ou queixosas como traço de personalidade, como uma característica própria de ser e estar no mundo. Também existem condições pontuais, por exemplo, o mau humor decorrente por um dia malsucedido, ou mesmo a tristeza vivenciada através da perda de um ente querido, causando sentimentos de desesperança e pesar.

Para um diagnóstico de Distimia, é necessário que a pessoa apresente pelo menos durante 2 anos, todos os dias e na maior parte dos dias, os seguintes sintomas físicos e psíquicos abaixo elencados:

Dentre os sintomas físicos: Mau humor, cansaço (sem que haja grandes esforços), lentidão, ansiedade, disforia, queixas constantes, insatisfação (nada está bom), negatividade e pessimismo (não vê nada de positivo nas circunstancias), anedonia (não sente vontade de fazer as coisas que fazia antes, mesmo aquelas prazerosas), dificuldade de concentração, desesperança, tristeza, mudanças no apetite, descuido nos cuidados higiênicos, problemas de sono, irritabilidade, dificuldade na manutenção no foco de atividades e dificuldades de memorização.

Dentre os sintomas psíquicos: Sarcasmo, sentimento de culpa e baixa autoestima, dentre outros.

Uma das características mais importantes da Distimia é a sua cronicidade, pois embora se trate de um transtorno com sintomatologia leve, é uma doença rasteira, muitas vezes silenciosa e confundida com características psicológicas, mascarando muitas vezes um diagnóstico e dificultando o processo de tratamento.

 Com relação à performance, pessoas que desenvolveram a Distimia, conseguem exercer suas atividades, mas com muito custo, com muita morosidade, sentindo muito cansaço, o que muitas vezes é confundida com a preguiça, principalmente em crianças desmotivadas com os estudos.

A Distimia traz muitos prejuízos em todas as áreas da vida, por conta de toda a sintomatologia elencada e caso esta não seja tratada, poderá desenvolver outras comorbidades, bem como outros tipos de Depressão.

Causas da Distimia: As causas são multifatoriais. Fatores genéticos, bioquímicos, bem como eventos externos estressores e traumáticos são deflagradores para o desenvolvimento da Distimia.

Sugestões de tratamento: Psicoterapia; Psicofarmacologia; Mudanças no estilo de vida; Intervenções psicossociais; Tratamentos complementares.

 

 

Texto da psicóloga Soraya Rodrigues de Aragão publicado em 05.2022 no Jornal de Barretos

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

Estresse e Saúde Mental

 Você sabia que viver em estado constante de alerta pode impactar diretamente sua saúde mental - emocional e até social ?

O estresse crônico afeta áreas fundamentais do cérebro, alterando memória, concentração, discernimento, emoções e até a capacidade de tomar decisões.

O estresse afeta a nossa saúde mental de várias formas, podendo causar desde sintomas leves, como irritabilidade e dificuldade de concentração, até transtornos mais graves, como ansiedade e depressão. Alguns dos principais impactos incluem:

  1. Aumento da ansiedade – O estresse libera hormônios como o cortisol e a adrenalina, que em excesso podem causar preocupação constante, medo e nervosismo.

  2. Depressão – O estresse prolongado pode esgotar os neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar, como a serotonina e a dopamina, contribuindo para o desenvolvimento da depressão.

  3. Dificuldades cognitivas – Problemas de memória, dificuldade de concentração e tomada de decisões comprometida podem surgir devido ao excesso de estresse.

  4. Insônia e fadiga – O estresse pode causar dificuldades para dormir ou sono de má qualidade, levando ao cansaço constante e irritabilidade.

  5. Alterações no comportamento – Pode levar a explosões de raiva, isolamento social, compulsão alimentar, aumento do consumo de álcool ou outras substâncias.

  6. Problemas psicossomáticos – Sintomas físicos como dores de cabeça, tensão muscular e problemas gastrointestinais podem ser desencadeados pelo estresse crônico.


A boa notícia é que existem formas de minimizar esses efeitos e recuperar o equilíbrio:








Encontre o contexto que te valoriza

 Uma garrafinha d’água em um supermercado vale aproximadamente 1 real




A mesma garrafa no sinal ou no engarrafamento custa 2 reais.
Em um hotel ou restaurante podem valer até 3 ou 4 reais.
Em um aeroporto, até 5,00 reais.
Fora do país, então, chega a custar mais de 20,00 reais.
A garrafinha de água é a mesma, a marca também, a única coisa que muda é o lugar.
Cada lugar dá um valor diferente ao mesmo produto.
Quando você se sentir desvalorizado, quando algumas pessoas te desmerecer, mude de lugar, saia daí.
Tenha coragem e vá para um lugar onde te valorizam!
Fique perto de pessoas que sabem reconhecer o seu valor!

quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Cuidado com suas palavras e atitudes...





Seja cuidadoso nas suas relações

Quadrinhos elaborados por TUM ULIT


 "Cuidado com seus pensamentos, pois eles se tornam palavras.

Cuidado com suas palavras, pois elas se tornam ações.

Cuidado com suas ações, pois elas se tornam hábitos.

Cuidado com seus hábitos, pois eles se tornam o seu caráter.

E cuidado com seu caráter, pois ele se torna o seu destino."

Lao Tsu








quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Ostra Feliz não faz Pérola



 "Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.


Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.

Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.

É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.

Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom."


Rubem Alves - Psicanalista, educador, teólogo, escritor

terça-feira, 15 de outubro de 2024

Divorcio e Separação Litigiosa: Seus efeitos e riscos para as crianças

Escrito por René Schubert









Ao dar a vida aos filhos […] os pais dão-lhes, com a vida, a si mesmos, tais como são, sem acréscimo e sem exclusão. E por esta razão os filhos […] não somente têm os seus pais, mas eles são seus pais.” Bert Hellinger

Quando uma mulher separa filho do pai, retira-lhe seu futuro” Sophie Hellinger

Estudando as Constelações Familiares compreendemos que uma criança integra um sistema maior, pois geralmente foi gerada a partir da semente do pai e da mãe e, mesmo desconhecendo seus pais, a criança é fruto da concepção. O pai da criança, assim como este, veio de um pai e uma mãe. A mãe desta criança, assim como esta, veio de uma mãe e um pai. E assim temos uma cadeia ancestral de Bisavôs, Avôs, Pais, Filhos, Netos, Bisnetos. Um sistema interconectado pelo sangue e cultura.

Dentro de uma criança estão integrados pai e mãe. Masculino e feminino. Em uma ação de guarda, de litígio, a briga entre pai e mãe atingem esta integração interna que a criança possui. A criança se vê tendo de escolher um em detrimento de outro ou, muitas vezes, atingir e denegrir um em detrimento do outro – internamente ela também é atingida, pois sua lealdade ao pai, lealdade a mãe entram em conflito e começam a fragmentar-se. O casal se fere mutuamente e, sem perceber, ferem de maneira muito profunda ao fruto de seu amor, a filiação concebida.

Mas, em momentos de conflito e briga, a raiva, o ódio, a mágoa, a vingança cega os pais da criança a ponto de não perceberem o que acontece, num plano mais profundo. Querem equilibrar de seu ponto de vista o que foi lesado ou tirado. Emocionalmente fragilizados e buscando uma compensação exigem bens materiais, insistem no conflito, levam adiante uma briga pela guarda das crianças, denigrem mutuamente a imagem de pai e mãe, mantêm as feridas emocionais abertas e atualizam o conflito.

Tudo o que o homem e a mulher admiram e amam em si mesmos e no parceiro, também admiram e amam nos filhos. E tudo que os irrita e incomoda em si mesmos e no parceiro, também os irrita e incomoda no filho.” Bert Hellinger

Em artigo pelo Portal Raízes há a colocação de como a cabeça da criança fica “bagunçada” com a separação dos pais. Como isto a afeta emocional, social, e psicossomaticamente. O divórcio pode fazer, entre outros, com que a criança se sinta dividida e até mesmo culpada pela separação – tal traz prejuízos na área escolar, afetiva e pode apresentar-se no comportamento agressivo, depressivo e ansioso da criança.

A advogada e facilitadora Ana Carolina Lisboa reflete: “Um processo de separação seja jurídico ou sentimental nunca é superficial. Naquele momento se vive o luto de uma pessoa viva. Se mexe com a sobrevivência de uma família, com crenças, expectativas e frustrações.”

Em texto escrito por Allyne Lima temos: “Os filhos possuem características físicas, emocionais/comportamentais do pai e da mãe. Então, ao excluir uma dessas marcas, tiramos o direito de existir, pois excluímos parte de sua origem/existência. Assim, o filho perde a força.Muitos casais, divorciados ou não, iniciam intrigas por conta dessa não aceitação da representatividade do outro nos próprios filhos, negando o próprio filho. Há então, um incômodo em se ver “misturado” a outro ser na imagem refletida no filho. Há ainda, um julgamento de certo e errado, bom ou ruim”. Tal é também colocado pelo psicoterapeuta espanhol Joan Garriga“Quando os pais não conseguem demonstrar apreço um pelo outro, isto gera muitos conflitos, porque o filho os ama e busca formas de lealdade com ambos. Às vezes o filho despreza um, para agradar ao outro, mas no final ele pode acabar se tornando o objeto desprezado.

Na reflexão feita pelo Juiz de Direito, Dr.Sami Storch“A família permanecerá dividida e embora as leis tenham sido aplicadas, o caso não está realmente resolvido, a decisão trouxe uma resolução, mas não uma solução de paz para o conflito. A lealdade do filho a ambos os pais transforma essa situação em um grande risco para seu bem-estar e desenvolvimento. Uma ofensa do pai contra a mãe, ou da mãe contra o pai, são sentidas pelos filhos como se estes fossem as vítimas dos ataques, mesmo que não se deem conta disso. Sim, porque sistemicamente os filhos são profundamente vinculados a ambos os pais biológicos. São constituídos por eles, por meio deles receberam a vida.Por isso é que, mesmo que o filho manifeste uma rejeição ao pai – porque este abandonou a família ou porque não paga pensão, por exemplo – toda essa rejeição se volta contra ele mesmo, inconscientemente. Qualquer ofensa ou julgamento de um dos pais contra o outro alimenta essa dinâmica, prejudicial sobretudo aos filhos.”

A psicanalista Claudiane Taveres aponta como em sua experiência clínica tem observado o quanto os divórcios “mal feitos” se tornam traumáticos para os filhos: “A situação se torna insustentável para os filhos quando os pais se divorciam e continuam em conflito (..) As agressões verbais, físicas podem deixar os filhos assustados, com medo e inseguros. Desenvolvem, além do trauma, sentimento de culpa (..) Quando há conflito entre os pais o resultado é sempre o sofrimento e a indecisão dos filhos. Crianças são frágeis, indefesas demais para lidar com tais conflitos(..) passam a ocupar o lugar de mensageiros de toda a dor, tristeza e melancolia de seus pais (..) Quando os pais “forçam” os filhos a tomar partido e respeitar apenas um dos seus genitores, a criança carregará uma profunda tristeza e a sensação vazio na alma (..) Na fase dos 4 aos 12 anos da criança o divórcio dos pais tem um grande impacto em seu mundo infantil, causando uma desorientação e despedaçamento.”

A advogada e facilitadora Bianca Pizzatto de Carvalho define desta maneira as lealdades parentais invisíveis: “É a fidelidade que os filhos, mesmo adultos, tem com seus pais. Uma criança aprende o significado das coisas a partir do que recebe de informações de sua família, seja por palavras ou modelos de comportamentos”. A criança vai ser moldada desta forma, pelo que lhe é direcionado, direta ou indiretamente, pelos padrões de comportamentos e de crenças dos pais, pela cultura e clima comum à casa, falas, expressões e olhares. Estes padrões repetitivos fazem com que a criança entre em uma atmosfera típica de sua família e casa. Como em um transe. E ela tomará este transe como natural e cotidiano. Assumirá postura e papeis, muitas vezes inconscientemente, por modelagem, por imitação, por lealdade, por amor aos pais”.

Corroborando com esta pensamento temos: “Um dos panos de fundo que trazem dificuldade às crianças é achar que são capazes ou que é permitido a elas assumir algo pelos seus pais ou antepassados. Isso gera infinitos problemas para os filhos e seus pais” Bert Hellinger.

A advogada e mediadora, Ana Paula Gimenez pontua: “segundo a psicologia, quem mais sofre são os filhos neste processo, já que perdem a estrutura familiar, importante para seu desenvolvimento emocional, físico e psíquico. Eles podem demonstrar um profundo sentimento de solidão e sentirem-se abandonados durante o processo do divórcio dos pais (..) Ocorre o medo de perder o contato com um deles, e outras vezes, existem crianças que chegam a ser sentir culpadas pelo rompimento. Para minimizar esta dinâmica e harmonizar as relações familiares, deve haver uma diferenciação do casal conjugal para o casal parental. Independentemente do tipo de guarda estabelecida, ambos continuam a exercer o Poder Familiar. Não existem ex-filhos e ex-pais. As relações entre pais e filhos continuam intactas após a separação do casal. O ideal seria que todos entendessem isto e colocassem o menor em primeiro lugar, não levando as frustrações e mágoas de uma relação amorosa, de encontro aos seus filhos.”

E, complementando estas reflexões temos o desenvolvimento por Bert Hellinger do conceito de movimento primário interrompido em direção à mãe ou ao pai. Ele aponta que, havendo a impossibilidade de contato com os pais, quanto mais jovem é a criança, mais o amor se transforma em dor, como outro lado do amor. A dor desta separação, afastamento, por qual motivo justo for, devido à incompreensão e registro traumático feito pelo e no corpo infantil, é tamanha que para a mesma torna-se difícil mais tarde aproximar-se novamente. A criança escolhe o isolamento. Se protege por detrás de muros e resistências psíquicas. Torna-se reativa, defensiva. Ao invés de amor, sente raiva, desespero, dor da perda. Não consegue sustentar a proximidade e trocas. Isto gera um misto de angústia, ambivalência, insegurança, sentimentos de inadequação e culpa. Podemos aqui levantar a possibilidade, de que algumas separações, por sua violência assim sentida pela criança, atuam sobre esta, consequentemente, como movimentos primários interrompidos.


Estas reflexões e citações são parte integrante do artigo escrito por René Schubert: “Percursos por uma separação”, para o livro: “Práticas Sistêmicas na Solução de Conflitos: Estudo de Casos”. Editora Leader, Coordenação por Daniele Cristine Andrade Précoma & Andreia Roma, São Paulo, 2020.

Publicado em Junho de 2024 em Portugal pelo site Mirada Sistêmica: Olhares e reflexões sobre a separação litigiosa de casal e seus efeitos sobre a criança -  https://miradasistemica.com/pt/blog/olhares-e-reflexoes-sobre-a-separacao-litigiosa-de-casal-e-seus-efeitos-sobre-a-crianca/

Referências Bibliográficas:

Gimenez, A.P. – Mediação contribui para definição rápida e pacífica da guarda dos filhos – Revista Consultor Jurídico, maio 2015

Garriga, J. O amor que nos faz bem: quando um e um somam mais que dois. Ed. Planeta, 2014

Hellinger, S. – A própria Felicidade – fundamentos para constelação familiar. Tagore Ed., 2019

Hellinger, B. – Olhando para alma das crianças. Ed. Atman, 2015

Hellinger, B. – Movimento Interrompido em direção à mãe e/ou ao pai. Postado em setembro 2018 (in) http://aconstelacaofamiliar.blogspot.com/2018/09/movimento-interrompido-em-direcao-mae.html

Portal Raízes – Falar mal de um dos pais para o filho é “crime de Alienação Parental” – março 2019

Quezada, F. e Roma, A. – Pensamento Sistêmico: Abordagem sistêmica aplicada ao direito. Ed.Leader, 2019

Schubert, R. – Constelação As Constelações Familiares aplicadas à Justiça – Agosto 2016 (in) https://direitosistemico.wordpress.com/2016/08/10/as-constelacoes-familiares-aplicadas-a-justica/

Schubert, R. – Constelação Familiar: Impressa no corpo, na alma, no destino. Reino Editorial, 2019.

Schubert, R. – Refletindo o encontro de casal. Coluna para o Jornal Zen, Ano 15, Nº 175, setembro 2019

Storch, S. – Direito sistêmico é uma luz no campo dos meios adequados de solução de conflitos – Revista Consultor Jurídico, junho 2018 (in) https://www.conjur.com.br/2018-jun-20/sami-storch-direito-sistemico-euma-luz-solucao-conflitos

Tavares, C. – Precisamos falar sobre o divórcio. Edição do Autor, 2019